SA Ambiental e Prefeitura de Aracruz ampliam ações de limpeza na orla

A prefeitura pede que os moradores sigam os horários da coleta e, nas praias, embora a recomendação seja evitar a permanência devido à pandemia de coronavírus, façam o devido uso das lixeiras

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Foto: Divulgação/SA Ambiental

A Prefeitura de Aracruz e a SA Ambiental, empresa responsável pelo serviço público de limpeza urbana do município, estão empenhadas em manter a orla limpa ao longo da estação mais quente do ano, quando a região costuma receber ainda mais banhistas e, consequentemente, registra aumento na geração de resíduos domiciliares.

Entre os meses de novembro e dezembro do ano passado a produção e, automaticamente, o recolhimento e a destinação correta de lixo na orla aumentaram cerca de 120%, indo de 307 para 673 toneladas.

Para atender a demanda da alta temporada, foi implantada uma rota extra pela secretaria municipal de Transportes e Serviços Urbanos, aos domingos, passando o recolhimento de resíduos domiciliares pelos caminhões da SA Ambiental a ocorrer durante toda a semana em toda a orla. A prefeitura pede que os moradores sigam os horários da coleta e, nas praias, embora a recomendação seja evitar a permanência devido à pandemia de coronavírus, façam o devido uso das lixeiras.

Um problema típico desta época é o descarte irregular de lixo nas faixas de areia das praias. Entretanto, neste início de ano, a prefeitura diz estar encontrando menos problemas do que no verão anterior, talvez por conta da pandemia, com mais pessoas cautelosas em relação aos procedimentos de higiene. Ainda assim, houve aumento do número de lixeiras em pontos estratégicos e a limpeza por parte dos garis tem sido frequente.

Buscando conscientizar banhistas e frequentadores que usufruem das praias de Aracruz a manterem-nas sempre limpas, a prefeitura e a SA Ambiental lembram que a forma como cada um se comporta impacta diretamente o meio ambiente e alertam para os prejuízos causados, sobretudo, pelo plástico jogado indevidamente na areia ou no mar. É que além de ingeri-lo, as espécies marinhas também podem ficar presas neste tipo de lixo, que pode demorar 200 anos para se decompor.

Limpeza na praia de Barra do Sahy. Foto: Divulgação/SA Ambiental
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