Portocel deve aumentar capacidade de cargas

O calado dos navios passa de 12,30 metros para 12,70 nos berços 101 e 102, e de 13 metros para 13,20 no berço 103

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Portocel. Foto: Divulgação

Especializado no embarque de celulose, produtos florestais e outras cargas, o Portocel, em Aracruz, de propriedade da Suzano (51%) e Cenibra (49%), obteve da Capitania dos Portos e da Codesa (Companhia Docas do Espírito Santo) autorização para receber navios de maior calado (altura da parte do casco do navio que permanece submersa), passando a movimentar embarcações com maior capacidade de cargas.

O maior calado foi possível com a alteração, pela Codesa, da norma de tráfego e permanência de navios no futuro porto de Barra do Riacho, de sua propriedade, com área reservada ao lado do Portocel, e de uma nova resolução aprovada pela Capitania dos Portos. Assim, o porto de celulose passa a receber navios com até 36 metros de boca, um a mais que o limite anterior, ampliando o potencial de cargas.

O calado dos navios passa de 12,30 metros para 12,70 nos berços 101 e 102, e de 13 metros para 13,20 no berço 103. Alexandre Billot, gerente executivo do Portocel, disse à colunista Beatriz Seixas, de A Gazeta, que desde 2015, quando foi aprovada a mudança da Poligonal do Porto de Barra do Riacho (instalações portuárias terrestres delimitadas pela pelos vértices das coordenadas geográficas) pela Codesa, o terminal adotou medidas para aumentar a sua competitividade no mercado mundial.

“Por enquanto não existe previsão de aumento da movimentação e cargas em função das normas aprovadas, mas em curto e médio prazo as novas condições operacionais devem resultar em crescimento em maior diversidade de cargas, com a chegada de navios de outras classes”, destacou Billot.

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