OBESIDADE DOS PETS: Conseguimos saber de quem é a culpa?

O desafio de manter o peso corporal dos animais é diário e, inclusive, o tutor deve resistir à tentação de ceder à "carinha de pidão" do pet.

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Divulgação

Assim como os humanos, gatos e cães podem ter tendência à obesidade e esse quadro não deve ser sempre compreendido como culpa do tutor. Ter um estilo de vida saudável, praticar exercícios físicos e manter uma alimentação equilibrada são fatores importantes para a saúde de todos os seres vivos. Mas, segundo especialistas, existe a hipótese de que – aproximadamente – 60% do nosso peso corporal esteja relacionado à genética e não às escolhas feitas.

E, com gatos e cães, não é tão diferente. Assim como os seres humanos, grande parte das características físicas e condições de saúde dos pets estão relacionadas ao DNA. O desafio de manter o peso corporal dos animais é diário e, inclusive, o tutor deve resistir à tentação de ceder à “carinha de pidão” do pet.

A obesidade deve ser tratada como qualquer outra condição de saúde, sem a necessidade do tutor sentir culpa ou qualquer “sentimento de falha” perante o quadro desenvolvido pelo animal. É sempre importante lembrar que é responsabilidade do tutor garantir ao pet um estilo de vida, alimentação e um ambiente saudável. Mas, a ideia de que a obesidade é o resultado apenas da falta de conhecimento, força de vontade ou falta de amor dos tutores para com seus pets não é verdadeira.

As mudanças devem ser feitas sempre com o reforço positivo e com o suporte necessário para manter a qualidade de vida dos gatos e cães, seguindo as orientações do médico-veterinário. Portanto, o “jogo da culpa” não deve existir, independente do papel que a pessoa ocupe na vida do pet. O principal é buscar conhecimento sobre a doença e saber como gerenciar o peso corporal dos pets para ajudá-los a viver o mais saudável possível, para uma vida longa e feliz.

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