Máscara deixa de ser obrigatória em locais abertos de Aracruz e Região

Flexibilização foi anunciada pelo Governo do Estado na última sexta-feira 11

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Foto Ilustrativa: Divulgação

Moradores de Aracruz, Fundão, Ibiraçu e João Neiva não precisam mais usar máscara em locais abertos a partir desta segunda-feira 14. É que com a flexibilização anunciada pelo Governo do Estado na última sexta-feira 11, a utilização do item de proteção deixou de ser obrigatória em ambientes abertos dos municípios em risco baixo para a covid-19, conforme o 98° Mapa de Gestão de Risco da doença, com validade até o próximo domingo 20.

Além de Aracruz, Fundão, Ibiraçu e João Neiva, estão em risco baixo: Alfredo Chaves, Água Doce do Norte, Águia Branca, Alegre, Alto Rio Novo, Anchieta, Apiacá, Atílio Vivácqua, Baixo Guandu, Barra de São Francisco, Boa Esperança, Bom Jesus do Norte, Cariacica, Castelo, Colatina, Conceição da Barra, Divino de São Lourenço, Dores do Rio Preto, Ecoporanga, Governador Lindenberg, Guaçuí, Guarapari, Ibatiba, Ibitirama, Iconha, Irupi, Itapemirim, Iúna, Jaguaré, Jerônimo Monteiro, Linhares, Mantenópolis, Marataízes, Marilândia, Mimoso do Sul, Montanha, Mucurici, Muniz Freire, Muqui, Nova Venécia, Pancas, Pedro Canário, Pinheiros, Piúma, Ponto Belo, Presidente Kennedy, Rio Bananal, Rio Novo do Sul, São Domingos do Norte, São Gabriel da Palha, São José do Calçado, São Mateus, São Roque do Canaã, Serra, Sooretama, Vargem Alta, Viana, Vila Pavão, Vila Valério, Vila Velha e Vitória.

Já nos municípios com risco muito baixo (Afonso Cláudio, Brejetuba, Conceição do Castelo, Domingos Martins, Itaguaçu, Itarana, Laranja da Terra, Marechal Floriano, Santa Leopoldina, Santa Maria de Jetibá, Santa Teresa e Venda Nova do Imigrante), além de a máscara se liberada nos ambientes abertos, não será obrigatória nos locais fechados. Somente Cachoeiro de Itapemirim está com risco moderado, onde a máscara segue sendo obrigatória tanto em ambientes abertos quanto fechados.

De acordo com o Governo do Estado, a Matriz de Risco de Convivência considera no eixo de ameaça: o coeficiente de casos ativos por município dos últimos 28 dias, além da quantidade de testes realizados por grupo de mil habitantes e a média móvel de óbitos dos últimos 14 dias. Já o eixo de vulnerabilidade considera a taxa de ocupação de leitos potenciais de UTI exclusivos para tratamento da covid-19, isto é, a disponibilidade máxima de leitos para tratamento da doença.

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