Maçonaria pede adiamento de eleições para 2022

GOB e COMAB pedem o adiamento das próximas eleições municipais, em outubro, para 2022, unificando as eleições para todos os cargos, de presidente a vereadores

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Foto: Divulgação

Em carta aberta à sociedade brasileira e às autoridades dos poderes constituídos, no último dia 30, a Maçonaria, por meio de potências Grande Oriente do Brasil (GOB) e Confederação Maçônica do Brasil (COMAB), pede o adiamento das próximas eleições municipais, em outubro, para 2022, unificando as eleições para todos os cargos, de presidente a vereadores.

Os integrantes da Maçonaria reconhecem e aplaudem a iniciativa dos três Poderes da República e a sociedade brasileira de agir de forma rápida e enérgica, empreendendo todos os esforços para conter o alastramento do novo coronavírus (Covid-19) no país, argumentando que todo o esforço para a saúde pública acarretou graves consequências nos recursos públicos e, principalmente, para a economia nacional, que atravessa períodos de dificuldades no momento que acenava para um ano de recuperação e de crescimento.

Por isso, a Maçonaria propõe o diálogo e o entendimento unicamente convergentes para a defesa dos interesses nacionais e dos anseios do povo brasileiro, argumentando que o adiamento das eleições é necessário para aglutinar esforços e recursos convergentes para a promoção da vida com saúde para as pessoas, combinado com a recuperação e movimentação econômica do País, e promover eleições unificadas no mesmo ano eleitoral de 2022, que diminuirá os custos e irá otimizar os recursos necessários para o aperfeiçoamento do processo democrático.

A carta aberta sugere a destinação dos recursos previstos para o Fundo Partidário (Fundo Especial de Assistência Financeira aos Partidos Políticos) e o Fundo Eleitoral (Fundo Especial de Financiamento de Campanha), sejam direcionados em sua totalidade para a promoção da saúde e a recuperação urgente da economia do país, revitalizando e oxigenando a economia para gerar emprego e renda. O documento é assinado por Múcio Bonifácio Guimarães (Grão-Mestre Geral do Grande Oriente do Brasil) e Noê Paulinho de Carvalho (Presidente da Confederação Maçônica do Brasil).

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