Findes debate com Governo e VLI sobre consolidação da infraestrutura ferroviária

O encontro reforçou a importância de investimentos na malha própria da FCA com o objetivo de consolidar o Corredor Centro-Leste e garantir mais competitividade para a logística do Estado e do Brasil

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A presidente Cris Samorini lembrou que a ferrovia tem grande potencial de movimentar cargas do agronegócio, vindas de Minas Gerais e de Goiás, que poderão ser escoadas pelos portos capixabas

A presidente da Federação das Indústrias do Espírito Santo (Findes), Cris Samorini, esteve reunida com o governador Renato Casagrande; o secretário de Inovação e Desenvolvimento, Tyago Hoffmman; e representantes da VLI, entre eles o diretor-presidente Ernesto Pousada, para debater a renovação antecipada da Ferrovia Centro-Atlântica (FCA). O encontro reforçou a importância de investimentos na malha própria da FCA com o objetivo de consolidar o Corredor Centro-Leste e garantir mais competitividade para a logística do Estado e do Brasil.

A agenda foi essencial para haver um afinamento do debate entre as partes e para que os estudos e discussões possam ser aprimorados no sentido de reduzir riscos e levantar garantias que contribuam para o sucesso da renovação da ferrovia e para que novos investimentos na infraestrutura sejam viabilizados de modo a fortalecer o Corredor Centro-Leste.

O contrato de concessão da FCA vence em 2026, mas as discussões sobre a continuidade da operação da VLI começaram em 2020, a partir de quando foram realizados debates, audiências públicas, levantamentos técnicos, reuniões entre o poder público e privado, além da criação de um comitê técnico.

Ao longo desse período, a Findes tem dialogado com os atores envolvidos, apresentado estudos técnicos robustos e atuado de forma contínua e proativa para garantir que a renovação da concessão traga mais desenvolvimento para o Espírito Santo e para o Brasil.

A presidente Cris Samorini lembrou que a ferrovia tem grande potencial de movimentar cargas do agronegócio, vindas de Minas Gerais e de Goiás, que poderão ser escoadas pelos portos capixabas: “Estamos diante de uma grande oportunidade. Estudo da Fundação Dom Cabral mostrou que teremos a capacidade de movimentar por ano 22 milhões de toneladas. Por isso, é tão importante transformarmos a FCA, hoje uma ferrovia do século XIX, em uma ferrovia do século XXI”.

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