FAACZ entrega projeto arquitetônico de reforma da Comunidade Terapêutica Betânia

A iniciativa resulta do projeto de extensão realizado pelo curso de Arquitetura e Urbanismo das Faculdades Integradas de Aracruz

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Representantes da Comunidade Betânia recebendo o projeto arquitetônico de reforma feito por universitários da FAACZ. Foto: Ariel Cerri

A FAACZ entregou o projeto arquitetônico de reforma da cozinha e do refeitório da Comunidade Terapêutica Betânia à representante do projeto Betânia, Dora Maria Castoldi Soela, vice-presidente do Conselho Gestor da entidade. A iniciativa resulta do projeto de extensão realizado pelo curso de Arquitetura e Urbanismo da FAACZ.

O projeto arquitetônico foi desenvolvido por seis alunas do curso de Arquitetura e Urbanismo (atualmente graduadas): Karla Garcia Correia, Marisa Siqueira de Sá, Izabella da Silva Nunes, Izabela Perovano do Sacramento, Letícia Pereira Freires, Julia Mattiello e por um aluno do curso de Engenharia Civil da FAACZ, Valdeir Capucho Alves, a pedido da Comunidade Terapêutica Betânia, que fez a solicitação à presidente da Fundação São João Batista, Celi Cabral.

“Nossa proposta com esse projeto não é a construção de novos equipamentos ou edificações, mas a reforma e readequação das funções desses espaços, trazendo melhorias para as atividades já existentes e ampliando a capacidade e funcionalidade do lugar”, explicou a agora egressa Marisa Siqueira, arquiteta-urbanista, na época aluna participante do desenvolvimento do projeto arquitetônico de reforma.

A professora Ivana foi a arquiteta-urbanista, que também acompanhou os universitários na elaboração do projeto e chamou atenção para a importância das atividades de extensão. “É através da participação de projetos de extensão como estes que o aluno se aproxima verdadeiramente das atividades reais da profissão e vai além, tendo a oportunidade de desenvolver o lado cidadão da arquitetura”, afirmou.

O projeto propõe o remanejamento de algumas funções na cozinha, organização do espaço de exposição dos alimentos, aumento da capacidade de mesas no refeitório, nivelamento do piso, fechamento de aberturas com a manutenção da luz natural através da utilização de cobogós, criação de uma nova cobertura para melhoria do conforto térmico e harmonização da volumetria e fachada, bem como a inserção de forro em toda área do refeitório.

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