Estudantes realizam pesquisa sobre proteção da criança contra a violência sexual

A pesquisa deve ser apresentada no final do primeiro semestre e tem como objetivo verificar a postura das escolas municipais de Aracruz no que se refere à contribuição ao combate à violência sexual infantil na região

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Foto: Divulgação/Agência Brasil

“A Contribuição da Escola na Proteção da Criança contra a Violência Sexual” é o tema, desde ano, da Pesquisa de Iniciação Científica que está sendo desenvolvida pelos estudantes do curso de Pedagogia da FAACZ. A pesquisa deve ser apresentada no final do primeiro semestre e tem como objetivo verificar a postura das escolas municipais de Aracruz no que se refere à contribuição ao combate à violência sexual infantil na região.

Como produção final, os universitários farão um artigo que será apresentado e publicado nos Anais da Jornada de Iniciação Científica da FAACZ. Inicialmente, os acadêmicos conheceram as regras do Edital que normaliza a pesquisa científica na faculdade. Em seguida, foram orientados como estruturar o campo a ser pesquisado, bem como elaborar os instrumentos necessários para a investigação. Logo depois, realizaram a aplicação dos instrumentos com representantes da comunidade escolar de Aracruz. Atualmente, a pesquisa se encontra na fase de análises de dados.

De acordo com o professor Arismar Manéia, orientador da pesquisa, “este momento é muito importante, pois estamos colocando a pesquisa para que todos conheçam a realidade da criança e suas dificuldades enfrentadas na sociedade. Todos nós, educadores, precisamos saber sobre o tema e nos sensibilizarmos com a situação dos resultados da pesquisa, e desta forma fazer a prevenção em todos os níveis de violência cometida contra meninos e meninas”.

Manéia destaca que “precisamos ter conhecimento de que pela lei todos somos responsáveis pelo cuidado destas crianças. Esta determinação está prevista no Artigo 245 do Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA (Lei 8.069/90). Mas, para exercer de forma eficaz este papel de vigilância, o corpo docente precisa estar capacitado para reconhecer os sinais de que a criança pode estar sendo vítima de violência – em especial nas situações de cunho sexual. Não podemos ser omissos”.

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