Eco101 “comemora” nove anos de concessão da BR-101 e presenteia usuários com apenas 9,9% de duplicação

De presente, os usuários ganharam da concessionária somente 47,5 km duplicados, dos 478,7 km da rodovia entre as divisas do Espírito Santo com a Bahia, correspondendo a 9,9% de pistas duplicadas

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Foto: Divulgação

Na última quarta-feira 18 a Eco101 completou nove anos de concessão da BR-101/ES/BA, alegando ter investido R$ 2,3 bilhões e proporcionando prestação de serviço, viagem segura e redução de acidentes. De presente, os usuários ganharam da concessionária somente 47,5 km duplicados, dos 478,7 km da rodovia entre as divisas do Espírito Santo com a Bahia, correspondendo a 9,9% de pistas duplicadas.

De acordo com o diretor-superintendente da Concessionária, Julio Amorim, a rodovia possui 478,7 quilômetros e passa por 25 cidades do Espírito Santo e uma da Bahia. “A BR-101 é o principal corredor de transporte e escoamento de cargas do Espírito Santo, por isso o nosso trabalho é levar mais desenvolvimento e garantir a cada dia mais segurança aos usuários da via”, ressalta, sem explicar a pouca duplicação.

Em relação ao período antes da privatização, é notório que ao longo dos nove anos diversas obras e serviços foram realizados, como o recapeamento e nivelamento de 100% da rodovia, recuperação dos dispositivos de drenagem e sinalização, substituição de mais de 20 mil placas, construção de pontes e viadutos, implantação de 12 bases com estrutura e disponibilização de recursos para atendimento aos usuários e reforma de seis postos e três delegacias da Polícia Rodoviária Federal (PRF). Só que os usuários que pagam um pedágio caro querem é duplicação.

Dos 478 km da rodovia, a Eco101 entregou os pequenos trechos duplicados em Anchieta (2,5 km), Ibiraçu (4,5 km), João Neiva (2,7 km), Contorno de Iconha (7,8 km) e 30 km entre os municípios de Viana, Vila Velha e Guarapari. Estão em andamento as obras em mais 22 km entre as cidades de Guarapari e Anchieta, com entrega prevista para o final deste ano e que conta com cerca de R$ 160 milhões em investimentos, que aumenta para 14,5% o índice duplicação total. E quando sairão os demais 85,5%?

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