“Curta Vitória a Minas II” busca histórias em cidades do entorno da ferrovia para transformar em filme

As inscrições para o “Curta Vitória a Minas II” irão até 30 de junho no site www.curtavitoriaaminas.com.br

0
16
Imagem do filme "A Seta do Galo", gravado em João Neiva na 1ª edição do Curta, em 2015. Foto: Divulgação

Moradores de 22 municípios situados no entorno da Estrada de Ferro Vitória a Minas poderão realizar o sonho de transformar uma história real ou inventada em filme de curtametragem. As inscrições para o “Curta Vitória a Minas II” irão até 30 de junho no site www.curtavitoriaaminas.com.br.

Com a orientação de profissionais, os dez autores com histórias selecionadas participarão de oficinas audiovisuais, gravarão as cenas na cidade e ainda exibirão o filme em telonas de cinema em sessões abertas e gratuitas por praças e ruas dos municípios de origem.

No Espírito Santo poderão se inscrever moradores de Fundão, Ibiraçu, João Neiva, Colatina e Baixo Guandu. O objetivo é possibilitar aos moradores das cidades que se desenvolveram ao longo da ferrovia a oportunidade de contar histórias e transformar em filme, registrando as memórias, os costumes, os hábitos, as lendas e as peculiaridades destas localidades, contribuindo para o fortalecimento territorial e comunitário.

Pode se inscrever qualquer pessoa acima de 18 anos, residente em uma das cidades indicadas e que tenha interesse em audiovisual, mesmo sem experiência anterior na área. Cada história deverá ter apenas um autor. No entanto, a mesma pessoa pode inscrever quantas histórias quiser, sendo que apenas uma delas poderá ser selecionada. A temática é livre e não precisa ser relacionada a histórias da ferrovia. Uma comissão integrada por profissionais de cinema escolherá dez histórias a partir de critérios como originalidade do texto e o interesse gerado pelo tema.

Esta é a segunda edição do evento. Na primeira, em 2014, foram transformadas em filme as seguintes histórias: “Vovó, o Trem e Eu”, de Eloisa Ribeiro, de Fundão; “O Segredo de Giuzzeppe”, de Nilma Scarpati, de Ibiraçu; “A Seta do Galo”, de Sandra Mazzega, de João Neiva; “O Som do Silêncio”, de Juliana Brêda, de Colatina; e “O Trem do Amor”, de Vanda Berger, de Baixo Guandu.

PUBLICIDADE

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui