Cuidados com a alimentação são essenciais para cães com doenças cardíacas

A dieta é um importante coadjuvante no tratamento e deve ser prescrita pelo médico-veterinário

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Foto Ilustrativa: Divulgação

Atualmente, estima-se que 10% dos cães terão alguma doença cardíaca a partir dos 5 anos de idade, proporção que aumenta para 25% a partir dos 9 anos e para 75% quando consideramos cães com idade superior a 16 anos. Por isso, o “Setembro Vermelho”, conhecido como o mês internacional do coração, conscientiza os tutores sobre a importância da prevenção de doenças cardíacas.

As doenças do coração nos pets, na maioria das vezes, chegam de forma silenciosa. Portanto, a prevenção e a atenção aos sintomas devem ser constantes. Alguns sinais do dia a dia devem ser levados em consideração para identificar a doença, principalmente se eles forem frequentes: tosse seca, dificuldade para respirar, cansaço, falta de apetite e perda de peso são os sintomas mais alarmantes e exigem avaliação do médico-veterinário.

Os alimentos de alta qualidade devem sempre fazer parte da vida do pet para os cuidados preventivos. No entanto, quando a enfermidade já está instalada, é necessário que, além do tratamento prescrito pelo médico-veterinário, o pet receba um alimento específico, especialmente formulado para suas necessidades. É importante que o alimento contenha ingredientes como Ômega 3, para modular a resposta inflamatória; taurina, que tem poder antioxidante e colabora com os músculos cardíacos; e l-carnitina, para aumentar a produção de energia para o coração.

Ao seguir o planejamento nutricional, sempre com o acompanhamento do médico-veterinário, o tutor poderá manter o bem-estar do cão cardiopata. A detecção precoce e um tratamento adequado podem garantir uma vida mais longa, saudável e feliz ao pet.

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