Convenção do Republicanos define candidatura de Erick Musso ao Senado

Musso tem o apoio do União Brasil, do deputado federal Felipe Rigoni, agora candidato à reeleição

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Republicanos e União Brasil se unem pelas candidaturas de Erick Musso ao Senado e Felipe Rigoni a reeleição de deputado federal

Em convenção marcada para domingo 31, na Casa de Festas Embrazado, na Praia do Canto, em Vitória, às 9h30, o Republicanos define a candidatura do presidente da Assembleia Legislativa, deputado Erick Musso, ao Senado, após desistir de concorrer ao governo do Espírito Santo. Musso tem o apoio do União Brasil, do deputado federal Felipe Rigoni, agora candidato à reeleição.

O ex-prefeito de Colatina, Sérgio Meneguelli, aceitou disputar uma vaga de deputado estadual pelo Republicanos, que se coligará com o União Brasil, PSC e Patriota somente na eleição para o Senado, em torno de Erick, e a coligação não terá candidato a governador.

Colunistas políticos de sites de Vitória fizeram muitas análises sobre a mudança de rumo de Erick Musso. Por intermédio de aliados, Erick realizou uma recente reaproximação política com o governador Renato Casagrande. Apesar das críticas do presidente da Assembleia – nunca desrespeitosas, como o próprio governo avalia –, essa ponte entre eles nunca foi de inimizade. O principal mediador do acordo de não beligerância entre Musso e Casagrande foi o vice-presidente da Assembleia e aliado em comum, Marcelo Santos (Podemos).

Concorrendo ao Senado, Erick ficará mais leve para fazer uma campanha sem críticas diretas a Casagrande, e disputando o Senado, há esperanças para ele. Na pior hipótese, segundo o jornalista Vítor Vogas, do Portal ES 360, Musso se projeta bem, como nunca antes, perante o eleitorado capixaba. Com o tempão de TV do União Brasil, somado ao do Republicanos, do PSC e do Patriota, ele poderá se apresentar devidamente e ganhar visibilidade.

Outro importante fator para Erick Musso é que ele poderá ser apoiado ao Senado por cerca de 20 deputados estaduais que são, ao mesmo tempo, apoiadores do presidente da Assembleia e integrantes da base de Casagrande. Fiéis ao governo, eles não poderiam apoiar Erick na eleição ao Palácio Anchieta, por mais que sejam aliados também dele nas questões internas da Assembleia.

Agora, com Erick deslocado para a disputa ao Senado, há quem aposte que, de saída, cerca de 15 deputados passarão automaticamente a apoiar a reeleição de Casagrande ao governo e a campanha de Erick para o Senado. Esses deputados poderão levar para a campanha de Erick os inúmeros prefeitos e vereadores dos respectivos redutos eleitorais.

Muitos deputados da base governista que teriam dificuldade em apoiar Erick para o governo estadual irão aderir à campanha dele ao Senado. Erick ganha força eleitoral e recebe o apoio de vários prefeitos, pois muitos deles estavam com a atual senadora Rose de Freitas na reeleição, mas podem mudar o apoio porque Erick não estava postulando o Senado, e agora desceu para ganhar, destaca um forte aliado do agora candidato a senador.

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