Comunidades indígenas de Aracruz conquistam recorde na produção de mel

Em iniciativa desenvolvida com o apoio da Suzano, foram colhidos 725 quilos de mel, 60 quilos de pólen e 40 quilos de cera, a melhor safra desde 2012

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A parceria entre a Suzano e a Cooperativa de Agricultores Indígenas Tupiniquim e Guarani de Aracruz (Coopyguá) resultou em uma conquista inédita. Entre os meses de março e abril deste ano foram colhidos 725 quilos de mel de abelhas nativas sem ferrão, além de 60 quilos de pólen e 40 quilos de cera.

Foi a melhor safra desde 2012, quando teve início o projeto desenvolvido pela Suzano com o objetivo de resgatar atividades tradicionais nas aldeias, entre elas a meliponicultura, que é a criação de abelhas sem ferrão, que chegaram a estar quase desaparecidas na região. A Suzano vem promovendo junto às comunidades indígenas um trabalho de resgate dessa tradição. A companhia oferece capacitação, acompanhamento técnico, materiais, equipamentos e insumos necessários para a atividade.

O mel produzido pelos participantes da Coopyguá é comercializado sob a marca Tupyguá, uma linha de produtos agroecológicos. Um grupo de 60 famílias é responsável pelo manejo das colônias, produzindo mel e pólen. Ao apoiar a iniciativa, a Suzano contribui com a geração de renda, desenvolvimento regional e também para a manutenção da cultura e da tradição das comunidades indígenas. Para saber mais, acesse o site www.tupygua.com.br

“Com a utilização de métodos adequados de multiplicação, mais de 1.200 colônias já foram produzidas no âmbito do projeto e estão sendo manejadas pelas famílias indígenas”, explica Douglas Peixoto, coordenador de Desenvolvimento Social da Suzano. Neste ano, com o cenário de pandemia, uma equipe 100% indígena percorreu durante duas semanas as casas de 30 famílias e colheu os produtos de 263 colônias de abelhas.

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