Comparar valores é a saída para economizar no material escolar

Quem pesquisa, compara os preços e negocia certamente gastará menos

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Foto: Gabriel Jabur/Agência Brasília

Em Aracruz, à volta às aulas, prevista na maioria das escolas para 5 de fevereiro, deve movimentar ainda mais as papelarias da cidade a partir desta sexta-feira 17, onde o clima é de otimismo entre os proprietários. E já que, segundo a Associação Brasileira dos Fabricantes e Importadores de Artigos Escolares (ABFIAE), os itens de papelaria ficaram, em média, 8% mais caros do que no ano passado, a estratégia de pesquisar preços e garimpar descontos vem bem a calhar.

Quem pesquisa, compara os preços e negocia certamente gastará menos. Não à toa, essa é a principal dica do Procon Municipal, que ainda lembra aos consumidores que é possível racionalizar a compra de material escolar, buscando aproveitar itens utilizados no ano anterior, que estejam em boas condições de uso.

O órgão de defesa do consumidor lembra ainda que, segundo a Lei 12.886, de 2013, válida em todo o País, na lista as unidades de ensino não podem exigir a compra de qualquer item escolar de uso coletivo, como materiais de escritório, de higiene ou limpeza, por exemplo. Também não podem cobrar a compra de produtos de marcas específicas.

Na hora das compras do material escolar, é importante que o consumidor não se esqueça de atentar também para a qualidade e procedências dos produtos. O Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) orienta os pais e responsáveis pelos estudantes que procurem o selo de identificação da conformidade nos 25 produtos que estão na listagem de regulamentação do órgão.

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