Coletivo Forno Mental vai inaugurar Centro Cultural em Aracruz

Lei Aldir Blanc impulsiona Forno Mental a alcançar sonho de ter espaço próprio

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Aula inaugural de oficina básica de audiovisual promovida pelo Forno Mental no ano passado. Foto: Reprodução/Facebook Forno Mental - Produção Cultural

Com informações do site Século Diário

Com incentivos da Lei Aldir Blanc, que descentralizou recursos da cultura de forma emergencial, o projeto Forno Mental, que existe como coletivo desde 2017 em Aracruz, se prepara para ter sede própria, uma espécie de Centro Cultural, para desenvolver atividades diversas e fomentar a cena cultural local.

Com cinco anos de atividade, mas atuando como Forno Mental desde 2017, o coletivo de Aracruz surgiu com a união de forças de vários artistas ligados ao hip-hop, como MCs, grafiteiros, dançarinos, DJs e produtores culturais. “A ideia de ter um espaço cultural veio a partir do momento que a gente começou a adquirir notoriedade pelo trabalho e foi fazendo aquisição de equipamentos, o que gerou a necessidade de ter um lugar para guardá-los e também para receber as pessoas, com a possibilidade de hospedagem e também de realização de oficinas e outras atividades”, conta Eduardo França, o Sasquate, um dos fundadores do Forno Mental.

A casa dos integrantes do coletivo sempre acabou servindo de alguma maneira para essas atividades, mas com os recursos da lei emergencial e também de outros projetos, o coletivo decidiu investir no fomento do Espaço Cultural Casa do Forno, no bairro Segato. “É um bairro de periferia, que precisa de atenção do poder público. A gente vê a necessidade de ficar exatamente ali, dentro da periferia, levando aquilo que está faltando e está ao nosso alcance levar. O bairro carece de infraestrutura, mas isso a gente não sabe fazer. A gente saber fazer cultura e pode fazer essas atividades ali”, diz Sasquate.

Entre as ações vislumbradas estão a realização de oficinas, exposições, cineclubes e também de uma novidade do coletivo que é a criação de uma batucada, que ensaiará nas ruas mas terá o espaço cultural como referência para encontro e guarda de instrumentos. O Forno Mental pretende também usar sua sede para oficinas de elaboração de projetos culturais, sobretudo com foco nos editais estaduais, para trazer mais recursos para projetos a serem realizados no município.

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