Central Integrada de Segurança e Inteligência de Aracruz ganha novo sistema

O sistema é o mesmo utilizado em eventos como a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos

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Central Integrada de Segurança e Inteligência (CISI) da Prefeitura de Aracruz. Foto: Humberto De Marchi/Secom PMA

A Prefeitura de Aracruz conta com um novo e avançado sistema para garantir a eficiência da Central Integrada de Segurança e Inteligência (CISI). São 50 câmeras de videomonitoramento e outras 57 do cerco eletrônico interligadas a um software que facilita e agiliza a operação dos recursos tecnológicos que o município dispõe em favor da segurança pública 24 horas por dia. A novidade foi apresentada à imprensa e lideranças comerciais, representantes do Poder Judiciário e das forças de segurança do Estado, no último dia 17.

O sistema é o mesmo utilizado em eventos como a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos, de acordo com Renato Chulam, diretor executivo da Start Tech Solução em Tecnologia. Marcus Coelho, secretário municipal de Administração, reforça que “os equipamentos são altamente tecnológicos” e ressalta: “investir na CISI é necessário, uma vez que oferece mais segurança a todos”.

Distribuídas por todo o município, com exceção da região de Santa Rosa, onde não há disponibilidade da conexão necessária, as câmeras de videomonitoramento – 10 fixas e 40 itinerantes – são do tipo PTZ (zoom de inclinação panorâmica). Elas captam e transmitem imagens com qualidade profissional, permitindo closes precisos ou visões amplas de uma cena e contam ainda com recursos de áudio bidirecional.

As câmeras do cerco eletrônico, que identificam veículos em situação irregular, também são de última geração e estão espalhadas em pontos nas principais vias de acesso e circulação.

Outra novidade é que quatro dispositivos – instalados em pontos estratégicos – farão a identificação semafórica, detectando, por exemplo, o avanço de veículos sob a luz vermelha. Já outros dois dispositivos, situados em locais com grande e contínuo fluxo de pessoas terão reconhecimento facial.

“A nova tecnologia implantada irá auxiliar na produção de provas, identificação de autores e, assim, possibilitar a resolução de crimes ou até mesmo que eles sejam evitados”, avaliou o delegado André Jaretta, titular da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Aracruz.

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