Assembleia capixaba tem o menor custo por deputado no País

O assunto foi tema de editorial no jornal O Globo na edição do último dia 10

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Sessão Ordinária. Foto: Tati Beling

Contrastando com parlamentos vizinhos do Rio de Janeiro e Minas Gerais, a Assembleia Legislativa do Espírito Santo foi considerada a de menor custo por deputado no Brasil e a segunda mais econômica do País, conforme pesquisa do jornal Folha de S. Paulo. O assunto foi tema de editorial no jornal O Globo na edição do último dia 10.

O presidente da Assembleia, deputado Erick Musso, ao avaliar o editorial de O Globo afirmou que fica feliz pelo fato de a Casa ter se tornado um dos parlamentos menos onerosos do País. Ele exemplifica que a verba indenizatória por gabinete, estimada em R$ 4,5 mil mensais, é 1/5 do valor gasto pelo Parlamento fluminense, de cerca de R$ 25 mil.

Erick Musso lembrou que ao assumir a presidência da Casa pela primeira vez, em 2017, a Ales era a 16ª que mais gastava no Brasil, e hoje tem o menor custo por deputado no País. Musso destacou que a transparência atingida pela Ales dá hoje a qualquer cidadão, com um computador ou simplesmente um celular à mão, a possibilidade de acessar todas as informações relativas aos subsídios dos deputados e servidores, gastos com viagens e uso de verbas indenizatórias, além de acesso ao banco de leis e de matérias protocoladas e em tramitação.

Sobre o Parlamento fluminense, O Globo informa que mantém cerca de 70 servidores para cada parlamentar, com a existência de cinco mil servidores inscritos na folha de pagamento, a um custo médio de R$ 10,8 milhões anuais por deputado. A despesa anual com os servidores, conforme o editorial, ultrapassa R$ 762 milhões.

O jornal afirma também que Minas Gerais abriga a Assembleia mais cara do País: custa R$ 1,6 bilhão — o equivalente a 15% do déficit orçamentário estadual deste ano. Em São Paulo, 77 deputados passaram os últimos três anos discutindo 2,2 mil projetos de lei.

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