Aracruz 172 anos: relato de uma experiência marcante

Subir o Morro do Pelado, na localidade de mesmo nome, em Aracruz, é uma experiência marcante. Que o diga o aracruzense de coração há 23 anos, Maurinho Ramos

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Registro do pôr do sol no topo do Morro do Pelado, lugar onde Maurinho Ramos costuma ir para contemplar a cidade que o acolhe há 23 anos. Foto: Arquivo pessoal

Cento e setenta e dois anos de emancipação política, 464 anos de história e 77 anos do atual nome. Aniversariante desta sexta-feira 03, Aracruz guarda belezas quase intocadas. Uma delas é o Morro do Pelado, na localidade de mesmo nome. Experiência marcante é o que define subir até o topo do local. Que o diga Mauro Lúcio Ramos, o Maurinho. “Amo aquele lugar. Toda vez que viajo e regresso a Aracruz, faço questão de ir lá. Muitas vezes vou sozinho e fico lá por horas. Estar ali aquieta a mente, acalma o coração, enfim, desperta todos os sentidos, gerando emoções e sentimentos autênticos. Outra motivação é o visual de tirar o fôlego. Não há melhor lugar para contemplar a cidade onde cresci. Tem também a Igreja Monte Serrat. Não sou católico, mas respeito. Com certeza ali tem a mão de Deus”, conta o aracruzense de coração há 23 anos.

A igreja mencionada por Maurinho caracteriza-se por uma pequena ermida de alvenaria em que cabem apenas cinco pessoas em pé. Ela foi construída no ano de 1931 por Euvaldo Soares Souza, conhecido como Osvaldo Baiano, em reposta a uma promessa que ele havia feito a Nossa Senhora do Monte Serrat.

O percurso até o pé do morro pode ser feito de carro. De lá até a igreja, a subida implica em uma caminhada moderada por um trajeto rústico e íngreme, com pequenas bicas. Contudo, a ascensão aos cerca de 800 metros, altura do cume, é extremamente recompensada pela vista panorâmica de um rico cenário natural. “Uma dica é contemplar o pôr do sol lá de cima. Essa experiência, além de marcante, permite uma reflexão sobre a importância dos momentos e da simplicidade da vida”, completa Maurinho.

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