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05/04/2019 às 09:02
Aldeias indígenas de Aracruz colhem mel de abelhas nativas sem ferrão

As comunidades indígenas de Aracruz iniciaram o período de colheita de mel. O projeto de meliponicultura (atividade de criação de abelhas nativas sem ferrão) é uma das atividades do Plano de Sustentabilidade desenvolvido pela Suzano, em parceria com o Centro de Desenvolvimento do Agronegócio e a Kambôas Socioambiental, que atende 1.385 famílias.

 

Destas famílias, cerca de 60 são participantes do programa de criação de abelhas sem ferrão e realizam a colheita do mel Tupyguá – marca sob a qual o produto é comercializado. Existem atualmente nas aldeias participantes 150 colônias em produção e a expectativa é de aproximadamente 360 quilos de mel. A meliponicultura traz de volta abelhas já quase extintas na região, como as espécies uruçu-amarela, jataí e mandaçaia.

 

A comercialização do mel Tupyguá é feita em três modelos: mel a granel, no valor de R$ 120,00 o quilo; mel refrigerado (embalagem de 180 gramas), no valor de R$ 25,00 a R$ 30,00 a embalagem; e o mel maturado, no valor de R$ 20,00 a embalagem de 130 gramas. Um grande comprador do produto é o Instituto ATÁ, do chef Alex Atala, que revende o mel no Mercado Municipal de Pinheiros, em São Paulo.

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