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23/11/2018 às 08:29
Jovem de 18 anos empreende em Aracruz e presta serviços para multinacionais

Com o irmão e um amigo, o jovem empreendedor de Aracruz, Tiago Marinato Bragatto Nunes, 18 anos, criou a empresa Construtec, especializada na prestação de serviços de engenharia. Os primeiros clientes foram as multinacionais SunCoke (prestadora de serviços à ArcelorMittal) e Chemtrade (fabricante da linha de produtos químicos utilizados pela Fibria Celulose). A sede da empresa é dentro do My Office Company, no bairro Bela Vista.

 

Os sócios são o irmão Lucas Marinato Bragatto Nunes, 26, no cargo de diretor executivo, e o amigo Cristiano da Bella Farias, 25, diretor operacional, ambos formados em engenharia civil. Tiago e Lucas são filhos do empresário Edenildo Bragatto Nunes, da Galpotec.

 

Segundo Lucas, foi o pai “que nos passou não apenas experiência e conhecimento, mas também boa parte da network que ele construiu ao longo da sua carreira. SunCoke e Chemtrade foram empresas para as quais ele já tinha prestado serviços e deixado uma boa impressão, que nos empenhamos em manter ou melhorar”.

 

Os serviços prestados pelos jovens vão de projetos a construções e reformas. “Nosso trabalho engloba desde a identificação da situação problema e concepção da solução até a execução da solução em questão. Gostamos, inclusive, de oferecer mais de uma possível solução aos clientes para que possam escolher a que melhor lhes atendem, desde a mais técnica à mais econômica”, destaca Lucas.

 

A história da união dos jovens começou com o trio trabalhando junto na Galpotec, mas segundo Lucas, “tínhamos limitação por ser uma construtora, e eu e Cristiano somos engenheiros formados e podemos prestar serviços de construtora e de engenharia (projetos, ideias etc.). Conheci Cristiano na faculdade e por indicação minha ele foi contratado pela Galpotec”. Tiago cursa Mecânica no Ifes.

 

Com a certificação do Prodfor, que está para sair no ano que vem, vamos abrir ainda mais nosso leque para empresas como Vale, ArcelorMittal e Fibria – destaca Lucas – acrescentando que sempre foi um sonho do meu pai, que gostaria de algo do tipo e esbarrava na limitação da Galpotec, por não ser uma empresa de engenharia, e Cristiano surgiu com esta ideia”.

 

Cristiano acredita que “com a experiência vamos conseguir novos clientes, trabalhando com qualidade e vender melhor o nosso trabalho. O que fazemos agora, no futuro será referência”. Lucas finaliza:buscamos sempre manter um faturamento mínimo condizente com o corpo de funcionários da empresa para manter um fluxo de caixa positivo. Quanto à geração de empregos, não temos um limite em mente. A matemática é simples: quanto mais serviços, mais funcionários contratados, sempre focando na qualidade da mão de obra para garantir um bom produto final”.

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