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09/02/2018 às 10:02
Saúde pública precária em Aracruz

"Aqui a pessoa só morre quando chega a hora"

 

A realidade da saúde pública no interior de Aracruz está tão precária, que lembra a frase dita pelo ex-secretário interino de Saúde, Ivan Pestana, aos vereadores do município, "que a pessoa só morre quando chega a hora". Em reportagem divulgada pela TV Gazeta Norte, moradores do bairro Coqueiraldenunciaram o abandono, pela prefeitura, da Unidade de Saúde I. Consultas não conseguem ser marcadas e faltam ambulâncias e médicos.

 

Segundo declarações e faixas ostentadas no protesto público, uma consulta leva até seis meses e o posto de saúde encerra as atividades às 16h. No bairro existe uma clínica de saúde abandonada e toda montada. Quem ficar gravemente doente tem que recorrer a carros particulares para ir ao hospital em Aracruz. Servidores confirmaram à reportagem que falta ambulância e na unidade só trabalham um médico, uma dentista, uma enfermeira e duas técnicas de enfermagem.

 

O grande problema do prédio é a falta de estrutura. Não há salas de curativos erepouso e até exames ginecológicos preventivos não são feitos por falta de suporte. A clínica fechada há três anos resolveria o problema, e os moradores não entendem porque a prefeitura não se pronuncia por isso. Em resposta, prefeitura disse que todas as unidades básicas de saúde só funcionam de 7h às 16h em todo o município, e urgências e emergências são atendidas em Barra do Riacho e na sede. A ambulância que atende a comunidade está em manutenção e que está negociando a utilização do imóvel fechado.

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