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01/09/2017 às 10:05
Prefeito suspende licitação para construir Centro de Hemodiálise

Alegando ‘vício’ na publicidade e prometendo a abertura de um novo edital, o prefeito Jones Cavaglieri determinou a anulação da Tomada de Preços nº 006/2016 (processo nº 13.620/2016), que previa a contratação de empresa para a reforma e implantação do Centro de Hemodiálise no Centro de Especialidades Médicas (CEMA) da Unidade de Saúde Básica do bairro Guaxindiba, em Aracruz.

 

O sonho de o município ter uma Clínica de Hemodiálise foi viabilizado poremenda parlamentar do deputado federal Marcus Vicente e contrapartida da prefeitura. O investimento seria de R$ 2,3 milhões e a clínica atenderia pelo SUS, evitando viagens de pacientes para outros municípios.

 

A empresa contratada havia sido a Engevil Engenharia, com previsão para o início das obras até dezembro próximo. Para iniciar os serviços, a prefeitura prometeu migrar o CEMA e os programas de referência que hoje funcionam na Unidade do Guaxindiba, para o prédio da Unidade de Saúde do bairro Vila Rica, que é um imóvel próprio da municipalidade.

 

Para a reforma do prédio seriam investidos R$ 947 mil e para a aquisição dos equipamentos, mais R$ 1.399.309,00. Com a entrada em operação da clínica, que contaria com 12 cadeiras de hemodiálise, o local teria capacidade para atender 36 pacientes por dia e cerca de 52 pacientes renais de Aracruz deixariam de viajar para Linhares, Colatina e Vitória para realizar a hemodiálise, procedimento muito desgastante, já que cada sessão – podem ser até três vezes por semana – chega a durar 4h horas.

 

Pacientes de outras cidades do entorno também passariam a ser atendidos. A capacidade total de atendimento é de 72 pacientes mensalmente e seriam realizadas 1.080 sessões/mês. O processo para implantação da clínica teve início em setembro de 2015, quando Aracruz foi contemplada com duas emendas parlamentares do deputado federal Marcus Vicente, sendo uma para a adequação do espaço que acomodará o serviço de hemodiálise e outra para a compra dos equipamentos necessários. Mas, os recursos federais podem ser devolvidos à Uniãopela perda do prazo estipulado para a construção, como ocorreu com o Centro de Especialidades Médicas do bairro Jequitibá.

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