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17/05/2019 às 11:10
Projeto social da Polícia Civil, 'Papo Responsa' orienta alunos de Aracruz

Na quarta-feira 15, cerca de 400 alunos da Escola Ezequiel Fraga Rocha, em Aracruz, participaram de uma conversa franca os investigadores da Academia da Polícia Civil (Acadepol-ES), Alessandro Da Vitória e Danielle Leonel, que conduzem o projeto “Papo Responsa” apresentado no município no último dia 29 de março. Trata-se de uma ação educacional não formal que, por meio da palavra e de atividades lúdicas, discute temas diversos como prevenção ao uso de drogas e crimes na internet, além do bullying, direitos humanos, cultura da paz e segurança pública, aproximando os policiais da comunidade e, principalmente, dos adolescentes.

 

Foram várias as histórias do dia a dia de quem convive com o tráfico ou com o consumo de drogas, tanto em escolas como na comunidade em que vivem. “Quando uma pessoa entra para o crime, automaticamente ela diminui sua expectativa de vida. Muito de vocês, que têm uma grande capacidade, dependendo da escolha que fizerem, vão definir o querem”, frisou o investigador Alessandro Da Vitória.

 

A diretora da escola, Penha Casotti Flores, comentou sobre o que viu, e como esta ação pode colaborar com o desenvolvimento de cada adolescente. “Significou muito. Este projeto veio de encontro com o que temos ensinado na nossa escola. Sabemos que há alunos que se envolvem com as drogas. O nosso papo com eles sempre foi muito franco e com o jogo aberto. Mas quando temos essas conversas com pessoas de fora, isto nos fortalece ainda mais. Não cansamos de falar que acreditamos neles, que eles representam o futuro do nosso país. Amamos e nos importamos com esses meninos”, ressaltou.

 

Em Aracruz, o Papo de Responsa também tem o apoio da investigadora Sônia Márcia Correa Martins e do delegado-chefe da 13ª Delegacia Regional, Dr. João Francisco Filho. Alunos de Caieiras Velha e Vila do Riacho também já tiveram a oportunidade de participar do projeto. Ele funciona em três etapas. No primeiro ciclo, denominado de “Papo é um Papo”, a equipe introduz o tema e inicia o processo de aproximação com os alunos. Já na segunda etapa, os alunos são os protagonistas e produzem materiais, como músicas, poesias, vídeos e colagens de fotos, mostrando a percepção deles sobre a problemática abordada.

 

No último processo, o “Papo no Chão”, os alunos e os policiais civis formam uma roda de conversa no chão e trocam ideias relacionadas a frases, questões e músicas direcionadas sempre no tema proposto pela instituição. Por fim, acontece um bate-papo com familiares dos alunos, para que os policiais entendam a percepção deles e também como os adolescentes reagiram diante das novas informações.

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