Você está aqui: Home › Colunas › Marcos Paulo
Marcos Paulo

E-mail: folhalitoral@uol.com.br

05/05/2017
Fim à pesca?

Peixes muito utilizados na culinária capixaba, como badejo, garoupa, budião, cherne e cação estão proibidos de serem pescados. Uma portaria que entrou em vigor há algumas semanas (e que pode ser revogada ou suspensa) impede a pesca, o transporte e a comercialização de mais de 475 espécies que, segundo o governo federal, estão ameaçadas de extinção. No Espírito Santo, o setor calcula que 16 mil pescadores serão afetados, além de outras 60 mil famílias que vivem indiretamente da atividade e participam dessa cadeia produtiva, como os vendedores de gelo, de óleo, peixarias e restaurantes. Resta ao pescador colocar na linha uma placa de advertência aos peixes: “não mordam a isca, peixes proibidos...”.

 

Maluco louro

O presidente americano Donald Trump, o piradão, disse que o Brasil deveria sumir do mapa e que o País é uma vergonha. É! Mas no atual momento, não tem como discordar muito do maluco louro. Sumir do mapa é exagero dele, mas que é vergonha, não tem como negar. Continua atual o que disse o general Charles de Gaulle, presidente da França, na década de 60, de que o Brasil é um país que não pode ser levado a sério...

 

Alienado

Aluno de uma faculdade visitou pela primeira vez uma aldeia indígena em Aracruz e ficou surpreso com o que encontrou. Disse ele: “eu tinha um pensamento totalmente diferente de como era uma comunidade indígena. Achava que iria encontrar um índio como descrito nos livros de História, no entanto, temos um indígena evoluído, preocupado com a cultura de seu povo e com a preservação de suas raízes, mas totalmente conectado ao mundo por meio das tecnologias”. Em que mundo vive esse estudante? Achou que encontraria índios de tanga e pintados?

 

Proteção

Nenhuma prefeitura poderá sacrificar animais sadios em centros de zoonoses no Brasil. Municípios que implantarem ações de castração deverão obedecer às normas da Lei Federal 13.426/2017, sancionada pelo presidente Michel Temer, sobre a política nacional de controle de natalidade de cães e gatos. O controle será feito por meio de cirurgias de castração ou por outro instrumento que garanta eficiência, segurança e bem-estar ao animal. A lei também cobra das cidades as seguintes ações: estudos para verificar quais os bairros com mais superpopulação de cães e gatos; definição de locais onde os esforços de castração serão concentrados, priorizando comunidades de baixa renda; e campanhas educativas sobre postura responsável para donos de animais domésticos.

Veja mais em "Marcos Paulo" [veja todos]

Edição da Semana

Coluna
Beth Vervloet

Confira aqui as notícias da sociedade e as fotos de quem é notícia em Aracruz e região.

Fórum do Leitor

Entre e deixe o seu comentario em nosso livro de visitas!