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Marcos Paulo

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08/04/2016
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O Estadão noticiou que o Tribunal de Contas da União (TCU) ordenou "a paralisação imediata do programa de reforma agrária do Incra em todo o País. A medida cautelar emitida pelo tribunal decorre de uma auditoria que identificou mais de 578 mil beneficiários irregulares do programa do governo federal". O TCU descobriu uma penca de problemas extremamente graves, segundo o jornal, como "1.017 políticos que, criminosamente, receberam lotes". Há também beneficiados ricos, donos de carros de luxo, como Porsche, Land Rover e Volvo. Além, é claro, da fraude básica: 37 mil mortos entraram na reforma agrária do PT.

 

Fundão no fundo

Enfrentando uma onda de protestos de professores, pais e alunos contra as precárias condições de quatro escolas municipais, a prefeita de Fundão, Maria Dulce Rúdio Soares, passa por um “inferno astral” para gerir o município. Atraso do pagamento de servidores e fornecedores é normal por lá, e uma empresa, que não recebe desde novembro do ano passado a última parcela do serviço prestado, oriundo de licitação por pregão presencial, vai acionar a prefeitura na Justiça e Ministério Público, por improbidade administrativa e má gestão dos recursos públicos. Recentemente o site da prefeitura ficou fora do ar para uma atualização, e quando voltou, apresentava os mesmos conteúdos defasados.

 

Será que larga?

E o PP não largou o osso e ficará ao lado da Dilma. Dono da quarta maior bancada da Câmara dos Deputados, com 49 parlamentares, o PP se transformou em uma das "noivas políticas" mais cobiçadas do governo, sobretudo após a saída oficial do PMDB da base aliada. Mas não é só o número de parlamentares que chama a atenção no PP. Além de ser o partido com o maior número de parlamentares investigados pela operação Lava Jato (32), todos os oito últimos líderes do partido na Câmara tiveram seus nomes envolvidos em escândalos de corrupção. Os 49 deputados do PP são vistos como fundamentais pelo governo para barrar o processo de impeachment que tramita contra a presidente Dilma Rousseff (PT) na Câmara dos Deputados. Para que o processo seja aprovado pela Casa, são necessários 342 votos favoráveis. Na Câmara, o governo enterra o processo se conseguir 172 votos contrários ou se a oposição não conseguir os 342 a favor. Com apenas 58 deputados, o PT viu seus planos de barrar o impeachment ficarem mais difíceis depois que o PMDB anunciou sua saída oficial da base governista no dia 29. O PMDB, maior partido da Câmara, tem 68 deputados. Por aqui, o presidente estadual, Marcus Vicente, com o PP no governo ou não, vota pelo impeachment. Ele até foi vítima de calúnias nas redes sociais, com gente que não tem o que fazer postando bobagens de que ele é contra o impeachment. Como diz Faustão, rede social é o lixo do mundo. E MP complementa... Algumas, o paraíso da escrotice!

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