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Marcos Paulo

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12/12/2014
Chauã e Bonaparte

A nossa caravana continua passando e os cães insistem em latir. Não tomam jeito e a matilha diminui a cada ano, por não ter mais o que latir.

 

A Polícia Civil não libera para a imprensa o conteúdo do inquérito policial aberto contra as duas professoras agressoras de crianças em sala de aula, em Aracruz. A secretaria municipal de Educação também não libera os nomes que constam na sindicância aberta e nem diz quais foram as professoras afastadas das funções. Cadê a tal transparência? Não divulgando os nomes (amplamente citados, inclusive com fotos, nas redes sociais), a prefeitura coloca em xeque todas as professoras da Escola Epifânio Pontin. Quem agride criança não merece condescendência, e sim os rigores da lei.

 

A saúde psicológica das crianças está abalada e muitas delas estão se recusando a ir para a Escola Epifânio Pontin. Na nota oficial distribuída à imprensa, a Prefeitura de Aracruz informa que afastou imediatamente as duas professoras de suas funções e abriu processo de sindicância em desfavor delas, que aparecem em imagens de vídeo da Record News “supostamente” agredindo alunos. Supostamente? Divulguem os nomes dessas covardes agressoras que denigrem a nobre classe dos professores. A imprensa precisa de base jurídica (inquérito policial ou a sindicância) para divulgar os nomes dessas meliantes. Até lá, o caso pode cair no esquecimento.

 

A presidente Dilma Rousseff ofereceu uma das vice-presidências do Banco do Brasil ao ex-governador do Rio de Janeiro e deputado federal pelo PR-RJ, Anthony Garotinho. Repete-se a história da raposa tomando conta do galinheiro...

 

Afogar as mágoas é bom, mas afogar quem as causou é muito melhor.

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