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Marcos Paulo

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07/11/2014
Chuva violenta

Uma madrugada de pânico foi vivida por quem precisou ir a Vitória na sexta-feira 31, ainda com a chuva caindo após 12 horas. Interdição total em dois pontos da BR 101 na Serra, vala aberta em Caieiras Velha, na rodovia Primo Bitti; alagamento no Sesc de Praia Formosa, queda de muro sobre a pista antes do Portal, valão aberto em Praia Grande e tráfego pela areia da praia, na rodovia ES 010; interdição em Manguinhos, na avenida Norte Sul e na BR 101, em Laranjeiras, na Serra. Quem conhece os atalhos conseguiu chegar saindo em frente ao parque aquático Yahoo e dali seguindo pela rodovia ES 010 até o Apart Hospital e pegando a reta do aeroporto. Na volta, o mesmo trajeto e mais um problema com o alagamento na entrada do bairro Vila Nova de Colares, na Serra. Estes foram os motivos que atrasaram a entrega da FOLHA DO LITORAL naquele dia. Buscamos o jornal no parque gráfico de A Gazeta, deixando Aracruz às 2h, mas conseguimos ir e voltar, no sufoco!

 

Desabafo

Em e-mail ao jornal, um leitor fez um desabafo, que MP assina embaixo: “enfim terminou mais uma eleição. Serão mais 4 anos de corrupção, impunidade e aparelhamento do Estado e tudo o mais que fomos contra quando resolvemos ir às ruas para protestar. Porém, ficou claro que quem tem o poder de decisão é o pobre, miserável que mal sabe assinar o nome, não lê jornal e não tem consciência política, é facilmente manipulado por programas sociais que o aprisionam pelo estômago. Diante disso, peço aos amigos um grande favor: não me peçam receitas médicas ou pedidos de exames ou ajuda para internamento no SUS, isso porque o povo confirmou que a saúde está muito boa, procurem as filas do SUS e os médicos cubanos que rapidamente resolvem seus problemas. Não me entreguem curriculum para arranjar empregos, procurem o Sine, Senae e o Pronatec, pois para o povo as vagas estão sobrando e com o crescimento econômico vão ter muito mais vagas. Não me peçam dinheiro para ajudar os mais necessitados, pois pago todos os meus impostos e o povo brasileiro julgou que as verbas roubadas ou desviadas dos cofres públicos são insignificantes e que não faz falta ao povo. É dessa forma que manifesto minha indignação pelos próximos 4 anos”.

 

Deus não, prepotente!

A agente de trânsito do Rio de Janeiro, Luciana Silva Tamburini, foi condenada pela 36ª Vara Cível do TJ-RJ a pagar uma indenização de R$ 5 mil por danos morais ao juiz João Carlos de Souza Corrêa, hoje titular do 18º JEC (Juizado Especial Criminal) do Rio de Janeiro. Seu crime: afirmar que ele era juiz, mas não Deus, em uma blitz da Lei Seca, quando o magistrado (desonra a classe ser chamado assim) foi parado e multado por dirigir seu carro sem a carteira de habilitação, sem placas e sem documentos, na cidade de Niterói, em 2011 (a sentença saiu agora). O carro foi rebocado para o pátio do Detran-RJ e o “magistrado” esbravejou, gritou, deu chilique com o famoso sabe com quem está falando e disse que a agente de trânsito “agiu com abuso de poder" e que ela "zombou" dele ao dizer que ele era juiz, mas não era Deus. Certíssima a agente e errados o juiz e seus parceiros de Tribunal, que deveriam dar exemplos positivos. Foi um acinte à sociedade que paga o salário desse juiz, que deu um péssimo exemplo, pois deveria ter aceitado os rigores da lei, já que estava totalmente errado. A advogada paulista Flávia Penido, que defende a agente, disse que a decisão "é um acinte a todos aqueles que defendem o direito de igualdade. O pessoal está indignado. Eu, como cidadã, também fiquei. Como advogada, eu achei a decisão do Tribunal digna de muitas críticas. Pode-se questionar se foi certo ou não ela ter dito que ele era juiz, mas não Deus, mas na hora que a gente confronta as duas atitudes é óbvio que ele estava errado", afirmou Flávia, que atua na área de direito digital. MP define este juiz não como Deus, mas um prepotente e arrogante que abusa do cargo, para não dizer outras coisas! Vai nos processar também?

 

Até motosserra e cavadeira?

A bandidagem está roubando de tudo em Aracruz, para ver se levanta uma “grana” para “torrar” em drogas, principalmente pedras de crack. Em Barra do Sahy, em pleno meio dia de quase verão, um ladrão moreno, estatura média, de boné, com uma espingarda, rendeu 12 trabalhadores (uma dúzia) da empresa Emflora, que estavam cortando eucaliptos, e “afanou” uma motosserra uma cavadeira de duas bocas, fugindo em direção ao bairro Pedrinhas.

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