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Editorial

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24/01/2014
Orgulho pela terra

Ama, com fé e orgulho, a terra em que nasceste! No poema “A Pátria”, com esta frase inicial Olavo Brás Martins dos Guimarães Bilac (16/12/1865 – 28/12/1918), o nosso grande poeta Olavo Bilac, enaltece o Brasil.

 

Sua famosa frase-título serve de exemplo às pessoas negativistas, apologistas do caos e amantes do ”quanto pior, melhor”, que não enxergam um palmo diante do nariz e preferem criticar as virtudes dos lugares onde vivem, menosprezando dados sérios divulgados pela Organização das Nações Unidas (ONU) – será que sabem o que é? – informando as melhores cidades para se viver no Espírito Santo, entre elas João Neiva e Aracruz, levando em conta somente índices de desenvolvimento humano, e não problemas políticos.

 

As excelentes posições das duas cidades – João Neiva em 3º lugar e Aracruz em 4º – levaram em conta indicadores como melhor desempenho nas áreas de educação, renda e expectativa de vida entre os 5.565 municípios brasileiros. A pesquisa foi divulgada pelo Pnud, órgão das Nações Unidas, em parceria com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

 

A avaliação é feita a cada 10 anos, com base nos dados do Censo do IBGE, atribuindo a cada cidade um valor que varia entre 0 e 1 nos critérios usados para aferir o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M), calculado a partir de mais de 180 indicadores socioeconômicos, agrupados em três importantes requisitos para a expansão do desenvolvimento humano: a oportunidade de se levar uma vida longa e saudável – saúde; ter acesso ao conhecimento – educação; e poder desfrutar de um padrão de vida digno – renda.

 

E nos dois últimos censos consecutivos (2000 e 2010) a cidade de João Neiva manteve a terceira posição, sendo atualmente a 488ª melhor cidade do país para se viver. O assunto foi destaque em jornais de Vitória, aqui na FOLHA DO LITORAL e na Revista Indústria Capixaba, de novembro de 2013.

 

É claro que as disparidades persistem, e o Brasil ainda sofre com desigualdades entre as cidades com maior e menor renda, mas daí a ignorar o que foi divulgado em âmbito nacional por tradicionais órgãos de imprensa, preferindo dizer que as cidades sofrem com violência e falta de infraestrutura, existe um imenso hiato, porque a pesquisa trata de Índice de Desenvolvimento Humano Municipal, e não de problemas políticos. Entenderam?

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