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Editorial

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12/07/2013
Democracia ou caos?

A FOLHA DO LITORAL tem como uma das normas de redação não apoiar movimentos que fecham rodovias, impedindo o direito constitucional de ir e vir das pessoas, e nem aquelas que impedem empresas particulares de funcionar. Uma minoria não representa a vontade da maioria e interditando rodovias e fechando empresas que pagam impostos e geram empregos não é democracia. É caos, baderna, desordem etc.

 

Por trás dos últimos movimentos estão pessoas filiadas a partidos políticos, ex-candidatos derrotados a cargos eletivos, ex-cabos eleitorais e pessoas que usam as outras por interesse político, pouco se importando com a economia do município.

 

A FOLHA DO LITORAL tem o respaldo de 99% da população de Aracruz e região, segundo pesquisas de opinião pública feitas pelo conceituado Instituto Futura para as prefeituras de Ibiraçu e Aracruz, e isso fala por nós e é o que importa.

 

Nossa linha editorial é defender a sociedade e não apoiar manifestações que agridem esta mesma sociedade, prejudicando moradores humildes, comerciantes que produzem e geram empregos, e indústrias. Isto não é democracia... É caos e interesse político de eternos derrotados. E desde quando 30 pessoas que ocupam a Câmara de Vereadores podem representar uma população de quase 90 mil moradores?

 

Quando houve em Aracruz a única manifestação coerente, levando quase cinco mil pessoas às ruas, a FOLHA DO LITORAL deu total cobertura, inclusive com fotos dos jovens líderes (estes, sim, que deveriam ser candidatos no ano que vem, pois representam a verdadeira mudança), antes e depois do movimento, em que pese a ocorrência de depredação de duas lojas, por marginais infiltrados entre os manifestantes. O resto é falácia da minoria que não tem o que dizer à sociedade e não a representam.

 

O caos será ainda maior se os governos começarem a aceitar demandas inviáveis. A pauta dos manifestantes, em todo o Brasil, beira ao absurdo, com 47 reivindicações, algumas defendendo a facilitação da ocupação de terras, ser contra a implantação de novos portos e até exigir, pasmem, “o fim do extermínio da juventude negra”. É um populismo explícito!

 

O maior prejudicado com este populismo inconsequente é a sociedade, que já está sofrendo há muito tempo com a obstrução quase diária das vias públicas, a depredação do comércio, a suspensão das aulas, a perda de compromissos agendados e de negócios. Como romper contratos de concessão para a cobrança de pedágio em rodovias e de transporte coletivo urbano?

 

O pedágio pode não agradar a muita gente, mas é solução adotada no mundo todo para viabilizar obras que o poder público não tem condições de executar sem a parceria privada, e se baseia em um princípio justo, pois só paga quem utiliza o serviço, como disse o jornalista José Carlos Corrêa em um jornal da Capital, no último dia 6.

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