Codesa muda de nome e anuncia investimentos de R$ 130 milhões em portos

A partir de agora, o complexo portuário passa a se chamar Vports

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Porto de Vitória

Quase um ano depois do leilão de concessão da Companhia Docas do Espírito Santo (Codesa), a empresa que passou a administrar os terminais portuários de Vitória, Vila Velha e Barra do Riacho, em Aracruz, anunciou seu novo nome e investimentos de R$ 130 milhões. A partir de agora, o complexo portuário passa a se chamar Vports.

O lançamento oficial da marca Vports está programado para a Intermodal 2023, maior evento de logística das Américas, entre os dias 28 de fevereiro e 2 de março. De acordo com o diretor-presidente, Ilson Hulle, a novidade expressa um compromisso da nova gestão de elevar a competitividade: “Nós somos o único porto multipropósito do Espírito Santo e temos em nossa essência a missão de impulsionar novos negócios e fomentar o desenvolvimento socioeconômico regional e do País. Temos um porto pronto, pioneiro em diversas frentes, para atuar com inovação, segurança, agilidade e qualidade”.

A Vports possui 1.5 milhão de metros quadrados de áreas disponíveis para exploração, 450 mil toneladas de armazenagem estática e espera dobrar a movimentação para 15 milhões de toneladas até 2028.

Revitalização da ferrovia e reforma de berços
A empresa investirá aproximadamente R$ 130 milhões em obras de infraestrutura e melhorias, valores já contemplados pelo contrato de concessão. Serão oito grandes projetos principais com foco na revitalização da ferrovia, reforma de berços, recuperação de plataforma, entre outros.

Os investimentos buscam tornar o Vports em um elo logístico ainda mais eficiente entre os ativos de infraestrutura no Brasil, atuando como um relevante indutor do desenvolvimento e gerando riquezas com responsabilidade socioambiental”, completa Hulle.

Um dos mais importantes projetos, pautado na integração de todos os modais, prevê a recuperação das vias ferroviárias na área do Porto de Capuaba, em Vila Velha. A expectativa é aumentar o volume de carga do terminal em 5 milhões de toneladas de produtos como granéis minerais e agrícolas, até 2025, contribuindo também na diversificação do tipo de carga operada.

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