Assembleia define diretrizes do Grupo de prevenção à violência escolar

Colegiado integrado por cinco comissões temáticas realizou primeira reunião hoje 15

0
16
Presidentes de comissões temáticas que integram grupo de trabalho se reuniram com Marcelo Santos. (Foto: JV Andrade)

Por Silvia Magna
O grupo de trabalho para prevenção e enfrentamento à violência no ambiente escolar criado pela Assembleia Legislativa (Ales) deverá analisar todas as matérias sobre a temática que tramitam na Casa. A decisão foi tomada na primeira reunião deliberativa do grupo, realizada hoje 15 para definir cronograma e diretrizes do trabalho a ser desenvolvido.

A reunião foi na presidência da Casa e contou com a participação do coordenador do grupo e presidente da Ales, deputado Marcelo Santos (Podemos); além dos presidentes das comissões que integram o grupo: Camila Valadão (Psol), da Comissão de Direitos Humanos; Alcântaro Filho (Republicanos), da Proteção à Criança e ao Adolescente; Dr. Bruno Resende (União), da Saúde; Delegado Danilo Bahiense (PL), da Segurança; e Dary Pagung (PSB), da Educação. O diretor de Relações Institucionais da Ales, Giuliano Nader, também participou dos trabalhos.

De acordo com Marcelo Santos, as comissões envolvidas já trabalhavam essa temática desde o início do ano, o que facilitou o direcionamento do trabalho que, segundo ele, deve ser aprofundado com todos os atores da sociedade: “Esse grupo de trabalho tem um prazo de 120 dias para, nesse debate aprofundado, não só aqui na Assembleia Legislativa, nas regiões, nos municípios (…) A liderança desse grupo, de cada comissão, é de parlamentares, de profissionais capacitados, que vão poder contribuir muito e, ao final, estaremos apresentando ao governo o resultado desse estudo e vamos publicá-lo”.

Grupo de trabalho
Debater novas políticas públicas para a prevenção e enfrentamento à violência no ambiente escolar é o foco do grupo de trabalho instituído pelo Ato 1.246/2023, publicado no Diário do Poder Legislativo no dia 24 de abril. A medida foi tomada diante dos casos de ataques e ameaças de agressões a instituições de ensino no Estado, assim como em outros locais do País.

PUBLICIDADE